O amor é uma questão de escolhas. É nelas que devemos procurar o nosso final feliz, sendo o caminho para lá chegar tortuoso ou não. No entanto, as escolhas por vezes aparecem como actos de teatro,onde muitas delas são feitas pela comunicação. Sim, a comunicação, algo que o ser humano tem mas, por vezes não o usa ou então quanto mais comunica o mais importante fica sempre por dizer. É algo que nos substima mas que nos dá a sensação de querer sempre a verdade. Mas a verdade dói. Então mentimos para não magoar,para não admitir e para não temer aquilo que mais nos mete medo. O medo de errar, o medo de cair no abismo, o medo da rejeição, da dor e do fracasso, fazem sempre parte de nós e do nosso dia-a-dia. Muitas vezes estão escondidos ou camuflados para que as outras pessoas não o percebam ou para que nós próprios não os admitirmos a nós mesmos. Quando eles vêm ao de cima ficamos tristes, ansiosos e deprimidos. Ficamos aquilo que não queremos ser.
Então esperamos por algo que nos possa substimar,pôr á prova para testar as nossas capacidades, os nossos receios.
Mas, não podemos desperdiçar a nossa vida, construindo muros bem altos ou barreiras porque assim passaremos a vida sempre a evitá-las.
No entanto, se arriscares a passar, o outro lado terá uma vista brilhante. Tal como um banho no mar num dia quente de verão ou então, a subires a mais alta montanha e veres a mais bela das paisagens.
E se for aquilo que vês, será aquilo que nunca tentarás mudar.
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