quinta-feira, 8 de abril de 2010

Todo o Tempo

O tempo está para o amor como o vento para os incêndios; apaga os mais fracos e ateia os mais fortes. Esta é uma das máximas que me acompanham a algum tempo.
O amor precisa de carinho e de compreensão, de amizade e de prazer, de sorrisos e de entendimento,de cumplicidade,mas principalmente e acima de tudo de amor.
Amor para dar e receber, para lutar ou desistir,apesar disso,amor é amor, para toda a gente e pode ser de uma maneira óbvia ou mais escondida,mas o que interessa é que se sente.
A verdade é que não gostamos de estar sós. Todos nós procuramos uma mão para agarrar, uma boca para beijar, e uns braços para abraçar. Porque todos nós temos de nos sentir amados, de nos sentir protegidos por alguém,algo que começa pelos nossos pais e acabam naquele/a que mais queremos e desejamos. Temos de nos sentir seguros daquilo que temos, daquilo que procuramos,sendo que muitas vezes acabaremos por chegar ao mais inevitavel; a monotomia.
A monotomia meus amigos, mata o amor. É nela que o amor morre aos poucos. O vive- se e trabalha-se mata o amor. Fazendo parecer algo irrascivel aos nossos olhos. Matam nos o sabor e a alegria. Deixamos de cuidar do amor e fazemos do que está ao nosso lado como se fosse um objecto ou parte de nós já bem adquirido.
Porém ,esquecemo nos que o amor tem de ser regado e plantado, todos os dias, nem que seja com uma ida ao cinema, um bom jantar á luz das velas ou mesmo sentarem se no sofá e apreciarem os dois um bom programa.
Esquecemo nos que o amor precisa de energia para sobreviver.